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| criança com sarampo, 4 dias após o início dos sintomas |
Em 1998, uma das mais prestigiadas revistas científicas sobre medicina, a The Lancet, fez uma publicação de um estudo fraudulento onde dizia que a vacina MMR que protege contra sarampo, rubéola e caxumba causava autismo e problemas gastrointestinais. A taxa de Vacinação no Reino Unido diminuiu quase que imediatamente e o número de contaminados por sarampo aumentou. Foi aí que esse movimento que vem causando um terrorismo global surgiu.
Mesmo a The Lancet se retratando de todo o caos que causou, após o aumento da capacidade comunicação, muitas pessoas tem buscado em informações sobre vacinas, encontrando em lugares não confiáveis, seres inescrupulosos que difundem ideias de que vacinas causam diversos males que nunca foram comprovados pela ciência, principalmente o autismo, e alegam ganhos que a indústria farmacêutica têm com "a exposição excessiva de crianças a substâncias químicas".
Em relatório sobre as 10 maiores ameaças à saúde global, a OMS (Organização Mundial de Saúde) incluiu o movimento anti-vacina em meios a diversos vírus mortais por "ameaçar reverter o progresso feito no combate às doenças evitáveis por meio da vacinação". Segundo a OMS, a vacinação evita atualmente entre 2 e 3 milhões de mortes por ano, podendo ser evitadas outros 1,5 milhão se os planos de vacinação fossem melhorados em todo o mundo. Em 2017 casos de sarampo já aumentaram em 30%, tendo como uma das diversas causas, os movimentos anti-vacinas.
As mais diversas críticas às vacinas já tem respostas, mas muitos ainda se negam e preferem acreditar nos menos capazes, causando um estrago imenso ao seu redor.
Para Saber mais:
Nerdologia:
Meteoro Brasil:
Fontes:
A história que deu origem ao mito da ligação entre vacinas e autismo
Movimento antivacina é incluído na lista de dez maiores ameaças à saúde em 2019

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